terça-feira, 12 de novembro de 2013

O CNE EM CONGRESSO...


O Corpo Nacional de Escutas, como organismo de charneira a quem vem sendo cometida a responsabilidade de educar pela acção os jovens que lhe vão sendo confiados, já de há muito enveredou por fazer um permanente processo de autocritica e reflexão, pelo que a Associação convocou, uma vez mais, a Sociedade e o Movimento para darem respostas às preocupações educativas e sociais a que devemos estar atentos no século XXI.
Faz parte dessa atenção:
- A reflexão sobre a situação atual do Corpo Nacional de Escutas no século XXI , tendo como base os diversos contributos recolhidos, as experiências vividas e o impacto social da Associação;
- A dinamização de um espaço de encontro, reflexão, debate em torno da Identidade, Valores e Missão do Corpo Nacional de Escutas;
- A identificação dos eixos estratégicos da Associação que permitam uma dinâmica nacional de desenvolvimento sustentado;
 
-  A dotação da Associação de um acervo de produções reflexivas sobre o seu presente e futuro numa perspectiva facilitadora de dinâmicas participativas similares. 


Patriarca quer que os escuteiros ajudem a levantar Portugal


Costumamos dizer uma vez escuteiro, escuteiro para toda a vida. É mais que uma frase, é uma convicção e uma experiência”, diz D. Manuel Clemente.
No momento de crise que o país atravessa, os escuteiros devem ser portadores de uma mensagem de
esperança e solidariedade, considera o Patriarca de Lisboa. 
Para explicar isto, D. Manuel Clemente lembrou os seus tempos de caminheiro. “Eu lembro-me do velho
hino do CNE que me custava um bocadinho a dizer. ‘Fomos nós os primeiros a levantar  Portugal’, achava um bocadinho de mais. Mas se não fomos na altura, sejamos agora, porque isto precisa mesmo de ser
levantado. Coragem!
As palavras de incentivo de D. Manuel Clemente ecoaram na Cordoaria Nacional onde centenas de
escuteiros assistiram à missa. Maria José, do Algarve, leva com ela a mensagem de “vencer as dificuldades
da própria crise”.
Já Pedro, do Porto, acredita que: “
Devemos ser nós a dar o exemplo e a levantar-nos neste contexto, para
que outros nos possam seguir”.
Em tempo de crise, a fibra de que são feitos os escuteiros é necessária ao país lembra o Patriarca: “
Quem
passa pelo escutismo ganha esta maneira de estar com os outros, para os outros. É importantíssimo, porque se trata quase de refazer agora toda a sociedade.
D. Manuel Clemente confirma também que continua a identificar-se perfeitamente com o movimento
escutista: “Costumamos dizer uma vez escuteiro, escuteiro para toda a vida. É mais que uma frase, é uma convicção e uma experiência.
Escuteiro há 51 anos, Carlos Pereira, chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, conhece bem esta
missão: “É o que nos anima todos os dias. Quando nos levantamos temos vontade de poder ser útil a quem quer que seja.”
"
Escutismo: educar para a vida no século XXI" foi o tema do Congresso que reuniu os escuteiros católicos,
sábado e domingo, em Lisboa. O Congresso assinala os 90 anos do CNE - Corpo Nacional de Escutas.
O CNE nasceu em Braga. Hoje está hoje presente em todas as dioceses do país, com mais de 72 mil
elementos e é o maior movimento juvenil em Portugal."

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 Fonte: Rádio Renascença

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