terça-feira, 14 de agosto de 2012

XXII ACAMPAMENTO NACIONAL DO CNE

Terminou  no dia 10 do corrente, em Idanha-a-Nova, o 22.º Acampamento Nacional de Escutas, num ambiente de festa, partilha e  “responsabilidade” que marcou e encheu de orgulho os responsáveis do CNE.

Nas declarações prestadas  à Agência ECCLESIA, Carlos Pereira,  Chefe máximo do Corpo Nacional de Escutas sublinha que a iniciativa, com a presença recorde de 17 mil pessoas, permitiu constatar o “crescimento humano, social, espiritual e ambiental” das crianças, adolescentes, jovens e adultos que compõem os diversos agrupamentos, mostrando-se especialmente agradado com a forma empenhada como os mais novos corresponderam aos desafios que lhes foram propostos ao longo da semana  passada no Centro Nacional de Atividades Escutistas, em Castelo Branco, a cerca de 250 km a nordeste de Lisboa.
Destacou ainda a presença de mais de dois mil adultos, que assim “disseram que estão com o movimento e querem ajudá-lo a formar cidadãos conscientes e integrados na sociedade”.
O acompanhamento prestado pela Igreja Católica, com a presença de mais de 30 sacerdotes assistentes e vários bispos, funcionou como um incentivo extra para dar continuidade do legado deixado por Baden Powell.
“Pela primeira vez tivemos bispos a pernoitar connosco, alguns até durante vários dias, o que mostra também que a Igreja está atenta e conta com o escutismo para levar a cabo a renovação da fé no meio da sociedade”, aponta Carlos Pereira.
Bispo do Porto no Nacional
D. Antonino Dias (bispo de Portalegre-Castelo Branco), D. Manuel Clemente (Porto), D. Francisco dos Santos (Aveiro) e D. José Alves (Évora) passaram pela enorme “cidade de lona”, que já foi desmontada.
O Acampamento Nacional de Escuteiros teve como lema «Educar para a Vida», lançado pela Organização Mundial do Movimento Escutista para responder à questão “que pretende/faz o Escutismo”.
O Nacional, que se realiza habitualmente a cada quatro anos, registou na sua 22.ª edição o maior número de inscrições de sempre: 2800 “lobitos” (dos 6 aos 10 anos), 5800 exploradores” (entre os 10 e os 14 anos), 5600 “pioneiros” (dos 14 aos 18), 2100 “caminheiros” (a partir dos 18 até aos 22 anos) e 700 adultos