sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

COEDUCAR É PRECISO!

"Instruir e aplicar uma filosofia de educação dinâmica que busque a renovação permanente e que esteja voltada para o desenvolvimento de um consciência social, participativa, crítica, democrática e empreendedora".

Durante muitos anos  a principal missão das escolas era informar, mas nos dias de hoje, a escola não pode exercer mais esse mesmo e exclusivo papel, pois a indústria da informação anda a passos bem mais largos,  há novos conhecimentos e serem produzidos a uma velocidade tal que a rotina escolar  não mais consegue acompanhar, é inegável.
Perante este facto, qual é, então,  o papel da escola? Sabe-se que hoje a exigência é que os indivíduos saibam utilizar as informações e consigam  aplicar bem os conhecimentos adquiridos em situações  bastante diferenciadas. É esse o motivo porque  se seguem alguns princípios que são julgados fundamentais para o desenvolvimento do seu trabalho pedagógico.
A preocupação central da escola é contribuir para a formação da inteligência das crianças e jovens, através da difusão do conhecimento, do estímulo à investigação, da busca pelo saber. A formação da inteligência exige muito mais que a assimilação de conceitos, a reprodução de informações. Exige uma postura activa de quem aprende, pressupõe autonomia, capacidade de criação, de reflexão, de crítica. Interessa à escola que as crianças e jovens adquiram autónomamente os conhecimentos disponíveis, utilizando-os para as finalidades que se colocarem na sua vida social. São tarefas da escola, portanto, o trabalho de ajudá-los a distinguir e a selecionar informações que sejam essenciais aos propósitos que tenham, para tomar decisões refletidas e responsáveis; propiciar-lhes condições para o desenvolvimento das competências que necessitam para saber fazer, isto é, para comportar-se de modo adequado e satisfatório ao enfrentarem múltiplas situações e proporem-se a solucionar problemas sempre novos e diferentes, num mundo em constante processo de transformação.
Numa escola cooperativa, os aspectos ligados ao fazer coletivo ganham especial relevância: acreditamos que a aprendizagem individual é singularmente favorecida pela interação entre os alunos. Aprender a trabalhar em equipe é adquirir uma competência fundamental para, posteriormente, estabelecer relações interessantes e produtivas no mundo do trabalho. Educar para a cooperação deverá ser o valor primeiro da escola e adquire especial relevância num mundo marcado pela competição. O exercício da solidariedade, da tolerância, da participação, da co-responsabilidade, do respeito, da liderança democrática tem na escola o cenário ideal para sua vivência.
É igualmente  importante que o aluno esteja preparado para interagir de modo interessante na sociedade: expressando e fundamentando as suas opiniões, criando e apresentando propostas novas para a resolução de problemas. A escola favorece a emergência desses comportamentos ao garantir que os conteúdos escolares tenham significado através da criação de contextos de aprendizagem cada vez mais adequados. O que se ensina e se aprende precisa fazer sentido para o professor e para o aluno. Principalmente, acreditamos que todos podem aprender: todos devem ter respeitada a sua singularidade e devem ser apoiados e incentivados a avançar nas suas conquistas. A escola mantém grupos de alunos para o reforço de aprendizagem, apostando sempre que as crianças e jovens devem ter novas oportunidades para continuar aprendendo.
A formação de padrões internos de conduta, de autodisciplina, de identidade pessoal que permitam ao aluno expressar sua subjetividade, mas expôr com segurança suas opiniões não se faz sem a vivência em liberdade. A educação exige firmeza de propósitos, disciplina consciente, vontade de aprender e realizar, liberdade para decidir. A convivência escolar deve permitir que o aluno aprenda essa lição indispensável: só é livre quem é responsável por seus atos. Essa consciência não é derivada do medo, da coação, do conformismo, ou de imposição externa de normas de disciplina.
 
Depois de todos estes considerandos de ordem geral, vamos tentar descobrir o que tem a vêr a coeducação com o Escutismo... que até foi um dos primeiros movimentos associativos a debruçar-se sobre a coeducação como método educacional a seguir na educação integral dos nossos jovens. Foi uma longa caminhada que se encetou ainda nos tempos do saudoso Chefe Nacional D. José de Lencastre, do grande Chefe Nacional da Formação de Dirigentes - ou Pedagógico, como lhe queiram chamar,  que foi o Dr. Manuel Faria, alma mater do Campo Escola Nacional de Fraião, onde tantos dirigentes aprenderam a viver o espírito do Fundador BP mas também os valores da coeducação, numa fase mais tardia daquele Campo Escola.
Todos os parâmetros que acima se expõem sobre coeducação são a mola real do Escutismo de hoje, que tem uma condição essencial para obter sucesso na execução de um projeto pedagógico, que é a coesão das pessoas que compõem a equipe dirigente: os valores, o modo de entender e de estar no mundo precisam ser partilhados para que haja afinação, para que a sintonia seja perfeita.
Todos os que integram a equipe dirigente terão de ser  essencialmente educadores responsáveis pela execução do processo de aprendizagem e também responsáveis pela formação das crianças e jovens, em parceria com as suas famílias.
Será assim que,  semanalmente, em reuniões devidamente programadas, os Dirigentes do Agrupamento se devem reunir para estudar, trocar experiências e socializar modos de fazer pedagógico, ao mesmo tempo que complementam a sua formação pela descoberta de novas propostas educacionais, analisam e discutem a prática da vida na sede ou no campo, elaboram programas de actividades e material necessário normal ou complementar, discutem situações e buscam soluções conjuntas. O valor  desses encontros é a cooperação, a troca, a busca de integração interdisciplinar e interpessoal.
A permanente formação  faz parte das decisões do Conselho de Agrupamento em relação aos seus componentes, para que a vivência escutista tenha cada vez mais qualidade e coerência. A identificação dos Dirigentes com os valores e propósitos do Escutismo é um factor inalienável para o seu sucesso.
O contato freqüente família-Agrupamento, em todas as fases da formação do jovem, é particularmente importante para propiciar uma relação de cumplicidade em relação a essa mesma formação da criança e do jovem: os pais necessitam conhecer e compreender as actividades do Agrupamento, a natureza e os objetivos das actividades para poderem colocar-se como parceiros no processo coeducacional dos seus filhos.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

XXII ACAMPAMENTO NACIONAL DO CNE

Terminou  no dia 10 do corrente, em Idanha-a-Nova, o 22.º Acampamento Nacional de Escutas, num ambiente de festa, partilha e  “responsabilidade” que marcou e encheu de orgulho os responsáveis do CNE.

Nas declarações prestadas  à Agência ECCLESIA, Carlos Pereira,  Chefe máximo do Corpo Nacional de Escutas sublinha que a iniciativa, com a presença recorde de 17 mil pessoas, permitiu constatar o “crescimento humano, social, espiritual e ambiental” das crianças, adolescentes, jovens e adultos que compõem os diversos agrupamentos, mostrando-se especialmente agradado com a forma empenhada como os mais novos corresponderam aos desafios que lhes foram propostos ao longo da semana  passada no Centro Nacional de Atividades Escutistas, em Castelo Branco, a cerca de 250 km a nordeste de Lisboa.
Destacou ainda a presença de mais de dois mil adultos, que assim “disseram que estão com o movimento e querem ajudá-lo a formar cidadãos conscientes e integrados na sociedade”.
O acompanhamento prestado pela Igreja Católica, com a presença de mais de 30 sacerdotes assistentes e vários bispos, funcionou como um incentivo extra para dar continuidade do legado deixado por Baden Powell.
“Pela primeira vez tivemos bispos a pernoitar connosco, alguns até durante vários dias, o que mostra também que a Igreja está atenta e conta com o escutismo para levar a cabo a renovação da fé no meio da sociedade”, aponta Carlos Pereira.
Bispo do Porto no Nacional
D. Antonino Dias (bispo de Portalegre-Castelo Branco), D. Manuel Clemente (Porto), D. Francisco dos Santos (Aveiro) e D. José Alves (Évora) passaram pela enorme “cidade de lona”, que já foi desmontada.
O Acampamento Nacional de Escuteiros teve como lema «Educar para a Vida», lançado pela Organização Mundial do Movimento Escutista para responder à questão “que pretende/faz o Escutismo”.
O Nacional, que se realiza habitualmente a cada quatro anos, registou na sua 22.ª edição o maior número de inscrições de sempre: 2800 “lobitos” (dos 6 aos 10 anos), 5800 exploradores” (entre os 10 e os 14 anos), 5600 “pioneiros” (dos 14 aos 18), 2100 “caminheiros” (a partir dos 18 até aos 22 anos) e 700 adultos

segunda-feira, 23 de julho de 2012

PRINCÍPIOS...


1 - O Escuta orgulha-se da sua fé e por ela orienta toda a sua vida.
2 - O escuta é filho de Portugal e bom cidadão.

3 - O dever do escuta começa em casa.
Portugal está a arder... não só ao nível das chamas que o consomem mas também... políticamente. No entanto, o Escuteiro não é pessoa dada à discussão pública da situação do País, não sendo por isso menos interessado pelo que se vai passando no quotidiano, porque tem sempre presente o 2º. Princípio, que lhe diz que 'O ESCUTA É FILHO DE PORTUGAL E BOM CIDADÃO', logo alguém interessado no bem estar de todos os cidadãos... e isso é política, quer se queira ou não!
Mas não é para falar de política que escrevo, mas sim para lembrar o significado do 3º. Princípio do Escuta: 'O DEVER DO ESCUTA COMEÇA EM CASA'.
Se orientamos a nossa vida pela fé que nos orgulhamos de professar, o sentido do Próximo não nos é indiferente, pois é nosso Próximo todo aquele que connosco participa na aventura da vida, pobre ou rico, atleta ou inválido, preto, branco ou amarelo! Meu próximo encontra-se entre aqueles que sofrem e são socorridos por alguém como o samaritano de que nos fala a parábola do Divino Chefe. É interessante pensar no 3º. Princípio como interpelante e capaz de nos dar respostas imediatas a tantas perguntas que nos são feitas. Por exemplo, até porque está na ordem do dia, não me repugna vêr um Escuteiro a faltar a uma qualquer reunião ou actividade em razão da ajuda que urge prestar àqueles que vivem na sua 'casa' dias de angústia por força dos incêndios que têm devastado essa 'casa'. Porque a casa a que refere o 3º. Princípio terá de ser alargada nos seus horizontes, deixando de ser a casa onde se reside e passando a considerar-se o lugar, a aldeia, a vila, a cidade, a região ou o país!
Esse será, verdadeiramente, o sentido do 3.º Princípio.
Na Madeira e no Algarve sente-se estarem os Escuteiros a ser fiéis a este Princípio, quando se dá a mão àqueles que procuram encontrar lenitivo para as suas perdas naquilo que os Escutas lhes vão proporcionando! Aí os Escuteiros estão a dar a mão ao seu Próximo... cumprindo aquilo que Cristo ensina na parábola do samaritano.
Caíu bem nas populações a ajuda dada nas limpezas, prestada pelos Escuteiros belgas que estiveram ao serviço da comunidade de Bragança. Que magnífica lição esta ajuda ao Próximo por eles dada!!!
'O Dever do Escuta começa em casa'... nem que esta se situe a milhares de quilómetros, porque o Escutismo é uma Fraternidade Universal e esta não pode ter fronteiras!
Na caminhada do nosso dia-a-dia não nos podemos permitir ficar despreocupados com o nosso Próximo, mesmo continuando sempre a perguntar-nos quem é ele, afinal. Será a nossa família? Mas não é nossa família todo o Povo de Deus? Medita nos Princípios... e o Divino Chefe Jesus Cristo te dará a resposta! 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A 'ARTE' DE SER ' CHEFE'



Para quem, como eu, sentiu em criança o 'apelo da selva', que o leva a ser membro de uma Alcateia, talvez lhe seja 'fácil' falar da coragem necessária, nos nossos dias, para se assumir como  'chefe' de Escuteiros, não  tanto pela carga que a chefia vem transmitir, mas pelos constantes  desafios que nos impõe o simples facto de se estar em permanente luta contra alguns 'valores' instalados no quotidiano da sociedade em que vivemos.
Quem pretenda ser animador de jovens terá, forçosamente, que se entregar de corpo e alma que lhe exige, a maior parte das vezes, completa dedicação a um trabalho a tempo inteiro... sem qualquer  remuneração mas com muita 'obrigação', como seja formar pelo exemplo os jovens cidadãos que irão ser os futuros líderes da nossa Pátria, falando de Portugal.
É este um enorme  desafio que vemos ser imposto ao Escutismo dos nossos dias, mas com a manutenção dos valores dos nossos ancestrais transportados para os nossos dias, depois de adaptados às realidades que os nossos jovens hoje têm necessidade de enfrentar, seja no campo ou na cidade.
Para um dirigente escutista, há que encontrar forma de vencer as 'temíveis' pragas que são os computadores, os jogos virtuais, as programações 'agressivas' das televisões que temos, o desenraizamento da vida no campo, os mil e um concertos de 'metálica', 'rock' ou 'kuduro', a vida sem regras vivida na noite... e tantas tentações mais que seria fastidioso continuar.
No Escutismo apenas podemos oferecer as noites de confraternização 'ao redor da fogueira', a realização que é conseguir fazer aquela mesa com amarrações perfeitas, porque é com orgulho que colocam a 'técnica' dos nós em acção... e não é que ficou tudo bem? E o jogo que foi qualquer coisa para recordar, tal o empenho posto no mesmo... até para mostrar aos 'chefes' que merecem ir ao próximo Nacional, não apenas para jogar mas para brilhar. Ai fim e ao cabo, o Escutismo é fiel ao lema "MENS SANA IN CORPORE SANO"!
Perguntamos se será isto suficiente para uma escola de vida virada para uma formação integral e contínua. Estou convencido que é um grande passo como programa educativo dessa 'Escola de Vida'. Estive no activo escutista desde os 6 anos e tenho 68, deixado a actividade há já alguns anos. Foi uma parte importante da minha vida aquela que passei no Escutismo, aprendendo até aos dias de hoje a "cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria e obedecer à Lei do Escuta", como disse no dia da minha Promessa.
Ser Escuteiro não é o andar de calções, cumprimentar com a esquerda, fazer a Saudação, passar uns dias no campo a fazer churrascos, seguir pistas, lançar canções para o ar... pois também há algo de importante que se chama dignificar o UNIFORME ESCUTISTA... e ao Escutismo já alguém chamou o UNIFORME DA ALMA!

Foi a vida que me levou a trocar uma sexta à noite na discoteca por uns bons momentos a acender uma fogueira, longe de tudo e todos, ouvindo os jovens que me foram confiados a tocar as suas guitarras, mesmo de forma desafinada, enquanto cantavam o 'MEN OF HARLECH' ou a 'RADIOSA FLORAÇÃO', o 'GIN GAN GULI' ou a 'FLOR DA FRAGRANCIA'. Troquei a música 'techno' por algo que me tocava mais intimamente, pois eram... os meus rapazes e raparigas que estavam ali em busca de algo na Natureza que fosse impossível Homem vencer!

domingo, 22 de abril de 2012

SÃO JORGE E O ESCUTISMO


Dia 23 de Abril é dia de São Jorge, Patrono Mundial do Escutismo, e neste dia, os Escuteiros deverão lembrar-se da sua Promessa e da Lei de Escuta. Não que um Escuteiro a deva esquecer nos outros dias, mas o dia de São Jorge é um dia especial para reflectir sobre ela.
“NÃO TEMAS, JORGE, PORQUE ESTOU CONTIGO”
No ano 303, no dia 23 de Abril, Jorge, o Cavaleiro de Cristo, entregou o pescoço ao carrasco que o haveria de degolar e a sua alma a Deus, louvando e agradecendo-lhe por não o ter envergonhado perante seus inimigos.
Jorge hoje conhecido como São Jorge era um Cavaleiro forte mas temente a Deus, um Cristão fervoroso cujo único pecado foi ter sido justo e bondoso.
Cantado em varias canções, memorizado em varias lendas “ São Jorge e o Dragão” é também padroeiro dos escuteiros de todo o mundo.

 Peniche vai receber milhares de escuteiros do CNE - Corpo Nacional de Escutas (Escutismo Católico Português) hoje,  domingo, dia 22, por ocasião da realização da Festa Anual da Região de Lisboa,  integrada nas comemorações do Dia de São Jorge – Patrono Mundial do Escutismo.
Tendo como tema “A vida de Maria, Mãe dos Escutas”, neste dia todos os escuteiros participarão, durante a manhã, na celebração eucarística, com início às 10h30 na Ribeira Velha, que será presidida pelo Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, D. Joaquim Mendes.
Depois do almoço serão realizadas as diversas actividades para as quatro secções que decorrerão em diversos locais da cidade.
A par da inscrição, de valor simbólico para custear a insígnia da actividade, todos os escuteiros deverão levar consigo um bem alimentício não perecível para uma boa acção colectiva que deve ser entregue à chegada a Peniche.

segunda-feira, 19 de março de 2012

PORQUE É DIA DO PAI...

... seria bom estar atento ao significado que tem tal data no contexto familiar onde estamos inseridos.
São José é o Padroeiro dos Pais do mundo cristão.
"Havia  oito anos que as enfermidades de São José o vinham purificando, no crisol da paciência e do amor divino, o generoso espírito do Pai de Jesus Cristo, nosso Divino Chefe .
Com os anos, essas enfermidades foram-se agravando-se  e fizeram diminuir as suas forças, desfalecer o corpo e indiciaram a aproximação inevitável do fim  da vidam terrena, o pagamento do estipêndio da morte, dívida comum de todos os filhos de Adão (Heb 9, 27). O cuidado e a solicitude de sua divina Esposa, a nossa Rainha e Mãe de Deus e dos Homens, aumentava   na sua assistência e pontualíssimo serviço."
Que nós, Escutas ou Escoteiros, saibamos merecer este tão querido intercessor junto do Divino Chefe, Jesus Cristo, aceitando-o como nosso modelo de Homem e de Pai.
O Dia do Pai tem de ser, antes do mais, uma porta aberta para os valores da Família, núcleo de uma maior corresponsabilidade na construção de um mundo mais feliz, mais justo, mais fraterno, onde o Amor é palavra de ordem para a consecussão de uma Família feliz.
Os Escuteiros são Filhos de Deus, mas também o são daquele que um dia assumiu perante o Criador a corresponsabilidade da paternidade, razão porque lhe chamamos 'PAI'. Por isso o devemos honrar em todas as circunstâncias e não apenas um dia por ano.
São José, castíssimo esposo da Virgem Maria, sede modelo e guia para todos os Pais do mundo! Dai a vossa benção a todos quantos assumiram o seu papel de Pai imitando-vos em todas as circunstâncias.
São José, rogai por nós!
BOM DIA DO PAI.